Arquivos para ‘Web Design’ Categoria

Um novo site para um velho cliente

novembro 1st, 2013

Imagem em 3 dimensões da estrutura da home page nova da SBEM.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – SBEM –  é uma das sociedades médicas pioneiras na divulgação da sua atuação e de seus eventos por meio da internet. Com o nome de “Portal Endocrinologia”, o website da sociedade foi inaugurado em meados de 2003. O primeiro registro no Wayback Machine é de 24 de agosto daquele ano.

Em agosto de 2007, fui chamado para assumir a responsabilidade técnica do website. De lá para cá, escrevi diversas vezes sobre os problemas enfrentados no início até os recentes projetos em andamento. Atualmente recebemos 280 mil visitantes por mês (dados de outubro/2013). Isso é mais do que o ano de 2007 inteiro (219 mil). Nada mau. Além disso, a SBEM conta com aproximadamente 8 mil fãs no Facebook e 4.500 seguidores do @endocrinologia.

Recentemente inauguramos um novo layout, cujo código html/css foi todo refeito em um novo grid (Bootstrap 3) concebido para funcionar primariamente em aparelhos móveis (mobile first, um conceito interessante descrito aqui pelo Diego Eis). Agregamos, também, as melhorias no funcionamento do CMS que concentra o trabalho dos editores de conteúdo e das secretarias da SBEM.

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Rosana Lanzelotte 2013

janeiro 22nd, 2013

reportagem do jornal do commercio

Rosana é uma das minhas primeiras clientes, ainda do tempo em que eu criava páginas com enormes tabelas em HTML com fatias de imagens feitas no Photoshop ou no Fireworks. A primeira versão do seu website é tão antiga que tive que usar o WaybackMachine para resgatá-la, no fundo do baú do mês de agosto de 2000.

Além de ser uma das minhas primeiras clientes, Rosana Lanzelotte é uma das mais aplaudidas artistas brasileiras. Sua discografia inclui obras raras de Bach e Haydn, sonatas do português Avondano e peças brasileiras para cravo. Resgatou em livro e em CD as obras de Sigismund  Neukomm, que inauguram o repertório de música de câmara no Brasil.

Rosana está sempre pesquisando e inventando projetos novos. De 2000 para cá estive envolvido em alguns deles: o “Música nas Igrejas” durou mais de 10 anos e encantou milhares de pessoas que tiveram a chance de escutar música clássica em diversas igrejas do Rio de Janeiro. Mais recentemente ela lançou o portal Musica Brasilis, que objetiva resgatar e popularizar o acervo musical de autores brasileiros tais como Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga.

Apesar, ou talvez, por causa, de seus inúmeros afazeres, projetos, ensaios, apresentações, gravações etc, o site da cravista se manteve praticamente parado de 2005, quando recebeu uma reforma no layout, até dezembro de 2012, quando, enfim, iniciamos o processo de revitalização do site. Optamos pela plataforma do wordpress e escolhemos um tema “premium” específico para a produção de portfólios.

Espero que gostem do novo http://lanzelotte.com

 

 

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Making Of – Dia Mundial do Diabetes 2012

agosto 22nd, 2012
layout da home page

Dia Mundial do Diabetes 2012

Há alguns anos, fiz uma pesquisa para criar um relógio que contava as mortes relacionadas ao diabetes. Programei para um contador somar 1 óbito a cada 5 minutos. Diabetes é um problema de saúde pública avassalador, que dizima a população desde os tempos da revolução industrial e ainda hoje, em pleno século XXI, ainda não obteve a notoriedade e a importância que merece.

O website do Dia Mundial do Diabetes procura tirar este atraso e promover uma maior conscientização sobre o tema. Junto com as redes sociais e antenado com as ações da IDF – a entidade internacional – conseguimos, ao longo dos anos, agregar toda uma comunidade. Só no Facebook, o DMD tem mais de 4800 simpatizantes, mais uns 2000 seguidores do Twitter e incontáveis colaboradores nas fotos do Flickr e vídeos no Youtube.

Estamos usando Python/Django neste projeto há alguns anos. A cada ano o CMS recebe upgrades do framework (versões novas do Django), das ferramentas administrativas – a interface ‘Grapelli’, o editor de texto, o gerenciador de arquivos, etc; e também a cada ano o site recebe uma roupagem nova. Recriamos o layout com as mais recentes técnicas para a codificação html e css. Neste ano estamos implementando o conceito de design responsivo, em que o site procura se adaptar ao browser do usuário.

Em termos de design, inovamos retirando o tradicional menu vertical da lateral da home page. Os itens do menu que eram realmente necessários e úteis foram transferidos para um menu horizontal que fica bem abaixo da linha de rolagem do navegador. Estamos trazendo o foco da atenção do usuário para a região central da home page. Com isso ganhamos espaço precioso na parte de cima da página, onde podemos brincar com a diagramação das chamadas principais.

O dia mundial do diabetes é 14 de novembro, mas a Sociedade Brasileira de Diabetes começa a promover a campanha sempre com boa antecedência, e os resultados desse empenho prévio são visíveis depois, nos relatórios de visitação do site.

O novo site foi lançado em seu ‘modelo básico’ e melhorias serão adicionadas no decorrer das semanas. A linha do tempo será incrementada, colocaremos um mapa das atividades programadas por todo o Brasil e a manchete contará com um slideshow bonitinho.

 

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CEBDS – Sustentabilidade na Web

março 21st, 2012
hp antiga

a antiga Home Page

O site do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), precisava de uma boa reforma. Os problemas eram vários, a começar pela home page. A imagem ao lado foi capturada dias antes da inauguração do novo layout. Reparem como ela é comprida e assimétrica. A coluna da direita era tomada de anúncios e é um dos bons exemplos de banner blindness que eu conheço.

DCPress foi contratada para analisar e diagnosticar o website antigo, rever as rotinas de trabalho da equipe do departamento de comunicação do CEBDS, e projetar e desenvolver um website www.cebds.org.br novo em folha.

O conteúdo do website antigo foi revisto página a página e sua arquitetura foi reorganizada. O novo layout da home page deverá oferecer um visual contemporâneo sem deixar de focar na boa apresentação das notícias, do material institucional e das publicações do CEBDS.

O código HTML era um emaranhado de tabelas e tags antiquados, característico daquela época em que os conceitos de usabilidade ainda engatinhavam e o CSS Zen Garden ainda era novidade. O sistema administrativo cuidava apenas da publicação das notícias no topo da home page, todo o restante tinha que ser atualizado diretamente no código por um programador. A plataforma ASP.NET em um servidor dedicado cujo contrato serviço de manutenção expirou e um provedor sem suporte técnico completavam o quadro apocalíptico característico daqueles projetos em que é melhor recomeçar do zero do que tentar consertar o que há de errado.

Cristina @fimdejogo Dissat, antiga parceira em inúmeros outros trabalhos bem sucedidos, me chamou para coordenar toda a parte técnica do trabalho e manter consultoria constante para os editores de conteúdo. Foi uma honra e um desafio, ao mesmo tempo. Para começar a produzir um website eu sempre gosto de entender um pouco do assunto. Sustentabilidade não é exatamente um conceito novo para mim, mas o termo desenvolvimento sustentável, dentro do contexto em que as grandes empresas trabalham, é um universo ainda a ser explorado.

rascunhos da home page

rascunhos da home page

Criamos um novo domínio “cebds.dcpress.com.br” para hospedar o novo site enquanto o original continuaria online. O perfil do cliente e as especificações do projeto sugerem a utilização de uma plataforma de programação bastante robusta e ágil, pronta para atender a uma demanda constante de novos serviços e melhorias. A dupla Python/Django se encaixa perfeitamente bem nessa função. O CMS que Andrews Medina e eu desenvolvemos já foi testado em várias aplicações diferentes e se mostrou bastante versátil. O VPS  do Dreamhost, apesar deste provedor  nunca ter sido referência na hospedagem de sites Python/Django, até então estava prestando um serviço satisfatório, quando não excelente.

Instalamos o software básico e uma versão genérica do CMS para que a DCPress pudesse tratar da revisão, rearrumação e transferência do conteúdo do site antigo. Enquanto a equipe de conteúdo trabalhava, eu e minha trupe faríamos um novo projeto gráfico e a programação das templates utilizando o que há de mais novo em HTML, CSS e javascript para tornar as páginas rápidas, atraentes e, acima de tudo, perfeitamente legíveis em qualquer tipo de navegador.

O acúmulo de trabalho em diversos projetos simultâneos e a estranha sensação de estar cansado do meu próprio estilo me levaram a chamar três novos integrantes para a equipe. Decidi não mais fazer sozinho o projeto gráfico, o layout e a programação das templates. O layout, grafismos, estudos de cores e tipologias ficariam a cargo do meu amigo e multi-artista Fabio Darci. Entre outros inúmeros talentos, o carioca Fabio domina como poucos a arte de projetar páginas bonitas e funcionais.

A HP atual

Novas tecnologias estão aparecendo a todo momento para acelerar e incrementar a qualidade do Web Design: CSS frameworksGrids, novas aplicações para o Ajax e também novas e criativas maneiras de utilizar os tags do framework Django que simplificam a comunicação com o banco de dados. Para me ajudar a manter meus sites por dentro das mais recentes inovações, incorporei mais uma fera ao time de desenvolvedores: a matogrossense Mayza de Oliveira passou a cuidar dessa parte espinhosa – de transformar os delírios inventados no Photoshop em um código dentro dos rígidos padrões impostos.

Andrews me apresentou mais um desenvolvedor experiente em Django, o capixaba de criação Francisco Souza, que entrou para a equipe para ajudar na instalação do servidor no Linode e para trabalhar em paralelo com o Andrews na produção e customização dos aplicativos do CMS.

Uma equipe como essa exige a utilização de uma ferramenta de trabalho em grupo, um sistema de controle de versões para evitar a todo custo as temíveis “cabeçadas”, em que dois ou mais integrantes fazem a mesma coisa e um sobrescreve o trabalho do outro, ou o ainda mais terrível “deixa que eu deixo” onde todos pensam que alguém vai resolver o problema e ninguém resolve. Optamos por usar o Bitbucket - um serviço de hospedagem de projetos controlados através do Mercurial,  gratuito para pequenas equipes. Apesar do desconforto inicial de ter que aprender e adotar todo um procedimento (Pull -> Update -> Edit -> Save -> Commit -> Push -> Deploy) e de abandonar o bom e velho FTP para atualizar os arquivos diretamente no servidor do site, a solução do Bitbucket tem se mostrado realmente eficiente.

Nesse meio tempo, tivemos que trocar todos os nossos sites feitos em Python para outro provedor, por conta de vários problemas técnicos que começaram a pipocar e não foram solucionados pelo suporte do Dreamhost. Seguindo a recomendação de gente que entende do assunto, contratei um novo VPS no provedor Linode.com. Como num passe de mágica, todos os bugs esquisitos que geravam erros no servidor sumiram e o CMS voltou a funcionar perfeitamente. Além disso, o acesso aos sites ficou bem mais rápido.

Enfim, o novo site foi lançado na véspera do Carnaval 2012 e a resposta do público foi muito boa. Ainda é cedo para tirarmos conclusões a partir das métricas, mas, nessas primeiras semanas, simplesmente duplicamos a visitação média do site.

 

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O Passaredo pousou

outubro 4th, 2011

Um dos chalés da pousada

Já falei, em outros artigos, sobre como é divertido trabalhar com produção de sites, principalmente  se diversificamos os projetos e não nos prendemos a um determinado nicho. Isso é relativamente complicado, pois como a minha “publicidade” é feita boca a boca, é natural que um site bem feito, por exemplo, da área médica, traga outros clientes da mesma área.

Já tive ótimas experiências produzindo sites para associações médicas, designers de jóias, músicos, representantes de equipamentos para cinema, fotógrafos, jornalistas, etc etc etc, mas poucas vezes o trabalho foi tão gratificante como este que estamos terminando de aprontar – o novo site da Pousada Passaredo, o meu primeiro website no ramo de hotelaria.

Adoro viajar e frequentemente escolho o hotel ou pousada onde vou me hospedar pela internet. Mas a escolha não é simples. Os sites enganam muito. Não necessariamente por má fé do dono do hotel ou do programador do site, nem necessariamente para pior. Há casos, como o da Pousada Passaredo, em que a imagem que o site transmitia da pousada era muito aquém da realidade do lugar.

Sites de turismo em geral e de hotéis e pousadas, em particular, tendem a exagerar um pouco nas suas virtudes e benfeitorias. Não é incomum o uso de termos como “complexo de diversão infantil” para descrever um parquinho com balanço, escorrega e gangorra. E, obviamente, não informam ao leitor/cliente a lista de defeitos e problemas do lugar. Esta lista o leitor terá que descobrir por si, por meio de inúmeros telefonemas e conversas com os donos ou gerentes dos estabelecimentos, ou da pior maneira – na prática, se hospedando e percebendo que as toalhas são transparentes de tão usadas, que o cobertor não vê a luz do dia há meses, que o colchão vai te deixar inválido na manhã seguinte, que a água da sua casa é mais quente do que a do hotel, que a chaminé da sauna tem um furo para dentro da sauna, e por aí vai. Vejam bem, não estou inventando nada disso,  já presenciei cada uma dessas situações em hotéis e pousadas dos mais variados níveis e preços, a trabalho e lazer.

O site antigo da Pousada Passaredo pecava pelo outro extremo: não conseguia mostrar, de forma plena, todas as qualidades do lugar. Gonçalves é, talvez, a cidade com maior potencial turístico da região sul de Minas Gerais. Boas estradas ligam as badaladas cidades de Monte Verde e Campos do Jordão e Gonçalves está bem no meio do caminho. Aposto que será a próxima cidade serrana da moda. Os turistas, em sua maioria paulistas, são exigentes, podem pagar e exigem alto padrão qualidade. Os donos do Passaredo optaram por seguir este padrão nos serviços, mas ainda não estavam satisfeitos com o site. Numa rápida conversa com eles, soube das observações de outros hóspedes que confirmaram a minha opinião de que o site não estava ao nível da pousada. Todo feito em flash, o site não permitia que os próprios donos atualizassem seu conteúdo e, para variar, a pessoa que fez o site sumiu, atravessou um portal e foi para outra dimensão.

Nesta mesma conversa fizemos a divisão de tarefas, estabelecemos preços e prazos e mãos à obra: em poucos dias já estávamos com layout acertado, novos textos prontos, uma boa coleção de fotos escolhida. Adotamos o Wordperfect como plataforma, um tema específico para hotelaria produzido pela excelente WPZOOM, instalamos uma meia dúzia de plugins para integrar o google maps, forms de contato, e o flickr, e estamos estudando a utilização de um aplicativo para fazer reservas online.

Em breve voltarei lá para fazer as fotos 360 graus para a produção de um passeio virtual. Estamos esperando a melhor época, com as hortênsias em flor. Acredito que este bom trabalho irá chamar outros do mesmo tipo. Tomara. Fazer o website de uma pousada charmosa é tudo de bom.

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Yamnuska.com – da água para o vinho

maio 28th, 2011
novo site do Yamnuska Mountain Adventures

novo site do Yamnuska Mountain Adventures

Conheci muita gente legal enquanto trabalhava na ‘Mergulhar Serviços Editoriais’ – empresa que fazia os fotolitos de várias editoras de renome. Trabalhei lá durante quase 10 anos, antes de decidir abrir a minha própria empresa, largar o mundo das artes gráficas e virar “webdesigner”.

Uma das minhas companheiras de trabalho na Mergulhar, a Helena Artmann (@helenaartmann), era especialmente simpática, não só por causa de seu sorriso cativante, mas por ser uma experiente alpinista, cheia de histórias interessantíssimas e projetos de viagens que me encantavam. Lembro que, na época, ela trabalhava duro para juntar dinheiro suficiente para subir as mais altas montanhas do mundo.

Eu vivia enfurnado dentro do estúdio – sala lotada de computadores, impressoras, scanners – ralando ao lado dos outros operadores que sabiam muito de computação gráfica mas que não compartilhavam dos mesmos gostos que eu tinha, e tenho ainda hoje – Trilhas, escaladas, acampamentos, vida ao ar livre em geral. Helena fazia contatos comerciais, captava clientes e raramente aparecia no estúdio. Mas, quando aparecia, eu parava tudo o que estava fazendo para conseguir alguns minutos de prosa com ela.

Eis que, sei-lá-quantos anos depois, Helena surge novamente, virtualmente falando, no Facebook. Morando no Canadá, numa cidadezinha no sopé das Rocky Mountains e… trabalhando como produtora de websites! Parcerias à vista!

Ela me chamou para ajudá-la na reconstrução do website da Yamnuska Montain Adventures – o nome já diz tudo: uma empresa de turismo especializada em alpinismo, trekking e acampamento nas montanhas rochosas canadenses.

O antigo site yamnuska.com tinha um excelente conteúdo, afinal eles são uma das melhores empresas do ramo, porém o site em si era muito ruim, em vários aspectos. Projeto gráfico pobre, leitura difícil, arquitetura caótica e, principalmente, um esquema de trabalho tão confuso que, mesmo depois de uma dúzia de e-mails e conversas pelo Gtalk, eu não consegui entender por completo. Minha primeira sugestão, imediatamente aprovada pela Helena, foi: Joga tudo fora, exceto o conteúdo. Faremos um novo site, com novo layout, usaremos uma plataforma de programação que permita ao site crescer de forma ordenada e que facilite o trabalho de atualização.

Helena optou pela utilização do Expression Engine, uma excelente plataforma de publicação pouco conhecida aqui no Brasil, mas que ela já tinha usado em outros projetos bem sucedidos.

Resolvemos também trocar de provedor de hospedagem, que era caro e não oferecia nem metade das funcionalidades, suporte e outras regalias oferecidas por um bom provedor. Escolhemos o Media Temple, o melhor provedor que eu conheço. Faríamos a migração do site antigo para o novo provedor, construiríamos o novo site em um domínio provisório e, quando estivesse tudo pronto, seria só trocar o velho pelo novo.

Fizemos a divisão das tarefas – eu faço a migração e Helena faz a troca dos DNS nos registros dos domínios. Tudo muito simples, em tese. Mas…  no dia em que havíamos combinado, houve um atraso, de minha parte, na migração do banco de dados e, quando a Helena fez a troca dos DNS, o site ainda não estava pronto para funcionar no novo provedor. Preocupada em não deixar o site do cliente fora do ar, Helena desfez a troca dos DNS, acreditando que o site voltaria a funcionar em questão de minutos. Não voltou. Para nosso desespero, esse troca-e-destroca fez a propagação dos DNS demorar muito mais do que esperávamos. Para piorar a situação, o site voltou no mundo inteiro MENOS no Canadá. Helena e o cliente só conseguiram ver o site restabelecido 2 dias depois.

Este incidente abalou demais a confiança do cliente em nosso trabalho. Tivemos, Helena principalmente, que suar sangue para recuperar a confiança dos Yamnuskas e apresentar o novo projeto livre de problemas e no prazo combinado.

Logo após de ter terminado a fase de layout, tive que parar todas as minhas atividades profissionais para mudar de cidade, de Caçapava para Mogi das Cruzes. Seria impossível, para mim, continuar trabalhando no site Yamnuska e resolver as mil complicações de escolher uma casa nova, tratar da mudança da família, desmontar e remontar meu home-office. Para minha felicidade, Helena teve competência suficiente para tocar o projeto sozinha, auxiliada por um programador que ela mesma contratou, e fez um excelente trabalho.

No início desta semana, soube, via Facebook, que o novo site yamnuska.com está pronto, funcionando a pleno vapor e, o melhor de tudo, o cliente está satisfeito. Mesmo sem ter participado de todo o projeto, vejo esse site com muito orgulho, e registro aqui os meus parabéns à Helena pela sua dedicação, empenho e perseverança.

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Web Designer x Filho do Vizinho. Quem faz o melhor site?

novembro 12th, 2010
Hello Kitty

Obrigado ao site http://xuxxu.blogspot.com. O que essa imagem está fazendo aqui? Continue lendo.

Essa questão é polêmica e não pretendo, aqui, chegar a uma resposta conclusiva à pergunta enunciada. Mas achei pertinente escrever alguns tópicos sobre o assunto que vão ilustrar bem o tormento que é saber escolher o prestador de serviços mais adequado para montar o seu site. Leia Mais »

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A raposa está voltando

dezembro 21st, 2009

Pesquisa recente no site da W3Schools mostrou uma estatística interessante e promissora. Deu vontade de comemorar com uma pizza. Os números mostram que 47% dos  internautas que visitam o w3schools  usam Mozilla Firefox. A soma das percentagens dos usuários de IE8, IE7 e IE6 não chega a 37%.

Pena que esses números aparecem apenas nos relatórios de websites destinados a profissionais de web. Em sites comuns, a prevalência do IE é incontestável, passa fácil dos 80%. O IE 6, que desde 1991 inferniza a minha vida e é o que eu considero o pior navegador do mundo, em várias ocasiões aparece nos relatórios do Analytics como o segundo mais utilizado, atrás apenas do IE8. Mesmo no relatório do W3Schools o IE6 ainda é usado por 10% dos usuários. Essa inércia em atualizar o software, acredito eu, é culpa da pirataria desenfreada que inundou os computadores de cópias ilegais do Windows XP e dos altíssimos custos dos softwares originais.

Esta supremacia do Internet Explorer foi conquistada com política e marketing, e não por mérito. A falta de competência e/ou de interesse dos programadores da Microsoft em seguir os webstandards é notória. A versão 6 do navegador, incluída no Windows XP, é tão divergente dos padrões do W3C, que obriga o bom webdesigner a estudar os “CSS Hacks” para poder criar uma série de estilos aplicáveis unicamente ao IE6 e assim fugir das idiossincrasias do software sem comprometer a performance das páginas em outros navegadores.

A cada nova versão do IE recebemos notícias de que ele está mais próximo dos webstandards. De fato, muita coisa melhorou no IE7 e depois no IE8. Mesmo assim, não é difícil arrancar um bug ou desenhar um layout que funciona em todos os navegadores (Chrome, Safari, Opera, Firefox, Iphone…) mas encrenca no navegador de Bill Gates.

Mas a tendência refletida nos números do site W3Schools é de que o Mozilla retorne ao pódio, de onde nunca deveria ter saído, mas que infelizmente aconteceu quando a Microsoft resolveu nos empurrar o Internet Explorer goela abaixo. Os outros navegadores estão também ganhando mais adeptos, dia a dia.

Eu, aqui, só abro o IErgh para testar os meus sites.  Uso o IE tester para avaliar o funcionamento em diversas versões ao mesmo tempo, e as ferramentas para webmasters fornecida no IE8, que frequentemente explode na nossa cara e fecha o programa. É a Microsoft mantendo o seu padrão de qualidade habitual.

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Eu quero um site (parte 2)

outubro 22nd, 2009

Olá, fulana

Será um prazer ajudá-la a montar o seu website.

Meus sites têm, de fato, propostas e layouts bem diferentes um do outro, essa é uma das vantagens da minha profissão: a diversidade – aparecem clientes com fábricas artesanais de chocolate (do Helio – www.chocomundo.com.br), acompanhamento de jogos no maracanã (fimdejogo.com.br), designers de jóias (www.brunoguidi.com.br), sociedades médicas (www.endocrino.org.br) e assim por diante. Cada projeto me ensina muito. Leia Mais »

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CDBH Online! positivo! operante!

agosto 10th, 2009
CDBH

CDBH

Trabalho instigante, desafiador, perfeccionista, atabalhoado – a equipe foi-se formando à medida em que o projeto demandava talentos – fruto de várias cabeças pensantes em um único objetivo. Este é o projeto do website www.cdbh.com.br.  Fizemos a 6 mãos – O médico endocrinologista Rodrigo Lamounier, atarefado com os tijolos da reforma da casa e com detalhes do layout da home page, e a jornalista Leticia Orlandi, chamada aos 40 do segundo tempo para colocar ordem no meio de campo. Entrou, colocou ordem e ainda ajudou no layout e na arquitetura.

O WordPress foi definido como a melhor plataforma para este website. Essa escolha é estratégica: depende das circunstâncias do mercado – se há ou não disponibilidade de mão de obra (programadores) ; depende das recentes conversas e opiniões de colegas, do que falam as revistas da semana, até da preferência dos hackers desocupados. Até há pouco tempo atrás eles gastavam seu tédio quebrando a segurança do wordpress.

Para mim, o wordpress é tudo de bom. A biblioteca de ferramentas disponíveis é absurda de grande, os upgrades automáticos são uma mão na roda. Estou ficando cada dia mais ágil na customização de páginas, menus e  CSS. O WordPress dá uma pré-mastigada e nos facilita bastante a programação em PHP. Com um trivial de javascript, qualquer um, inclusive eu, faz um site tunado como o do CDBH.

Pra deixar o site na moda, como dizem meus clientes, nada como um slaidechou. Usando o termo técnico adequado, o Featured Content Gallery é simplesmente um MUST hoje em dia. Uma homepage sem um crossfade de imagens é como uma pessoa de camiseta numa festa formal.

A nuvem de tags em 3D entrou no projeto inicial, depois saiu, depois entrou de novo. Há controvérsias quanto a sua utilidade. Bonita e atraente ela ficou. Utilidade ela terá, se a equipe editorial escolher tags interessantes para rodar ali. Veremos sua eficiência nos relatórios de métricas.

Os mapas também merecem atenção. Minha solução padrão, que satisfez a todos os meus antigos clientes, simplesmente não agradou o Rodrigo.  Ele queria meios de criar rotas de acesso. A pesquisa por uma ferramenta nova de mapeamento não durou 5 minutos. Trombei logo com o Umapper, que dispensa comentários. É simples e poderoso.

A idéia é fazer um site institucional com funções bem específicas para agilizar o agendamento de consultas e promover as atividades do CDBH ao seu público.  Tentamos aplicar o máximo de objetividade, o mínimo de firulas, aproveitar todas as formas de interação com o público que a internet nos oferece, e isso inclui todos os bricabraques que os blogs nos oferecem: trackbacks, comentarios,  tags, categorias, etc. e mais o apoio das grandes redes sociais, principalmente google/youtube e twitter, para complementar uma estratégia completa.

O site nem estreou e já tem mais de 100 visitas diárias. Pensando nesse público inicial, desde o primeiro dia que o domínio foi criado já existe uma home page com um mínimo de informação. Todo o trabalho de layout da home page e das páginas internas foi feito online e em realtime, as páginas e artigos foram criados a olhos vistos. Uma certa ousadia bem calculada que resultou numa enorme economia de tempo. Quando a stamina acabava antes do término de alguma etapa, a página era colocada “em rascunho” e não aparecia para o público. Dessa forma nunca decepcionamos ninguém com páginas que existem no menu mas estão “em construção”.

Bem vindo ao cyber espaço, CDBH.

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  • Eduardo Frick

    Atualmente em versão 4.6, Eduardo é Webmaster, webdesigner, web-consultor, web-coordenador de projetos. Tem longa experiência em produção gráfica e é fluente em diversas mídias.

    É carioca da gema, mas mora em Mogi das Cruzes, São Paulo. De seu escritório/estúdio, projeta e cria websites, coordena equipes de desenvolvimento e de conteúdo, recruta e supervisiona o trabalho de analistas, programadores, fotógrafos, ilustradores, animadores, redatores e demais especialistas que garantem serviços de qualidade aos seus clientes espalhados por todo o Brasil.

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