Diz o ditado que um homem, para se afirmar como tal, deve escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho. Esse clichê está ultrapassado: no mundo moderno precisamos realizar várias outras tarefas para obtermos um mínimo de hombridade. Quem não tem um endereço de e-mail, hoje em dia, é encarado como um alienígena. Ter um site, um blog ou ao menos participar de um site de networking social também já é considerado como “essencial” para quem tem uma empresa e quer divulgar seu produto e serviço na internet. Leia Mais »
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Eu quero um site (parte 4) para… bem, não sei ainda…
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Novidades e perspectivas
Estamos lançando, neste mês, duas novidades nos websites da Sociedade Brasileira de Endocrinologia. Em primeiro lugar, o tão esperado upgrade do cadastro de associados da SBEM foi realizada e agora o website www.endocrino.org.br é 100% django. Era o que faltava para aposentar as velhas páginas de conteúdo restrito aos associados – webmeetings e links das revistas científicas – ainda sob o layout do século passado. A “área restrita” mudou de nome para “área científica” e o site agora permite que não-associados (e robôs indexadores dos mecanismos de busca) acessem as páginas que antes eram trancadas. O conteúdo exclusivo aos associados continua exclusivo e só aparece depois que o associado fizer o login.
Em paralelo produzimos a nova versão do website da Regional Distrito Federal da SBEM, que foi criado há alguns anos porém não recebia atualizações. Refizemos tudo do zero e aproveitamos o 2º Congresso de Endocrinologia do Centro Oeste para relançar o site com toda a pompa merecida. Dr. Neuton Dornelas, Dr. Julio Cesar F. Jr. e a secretária Luciana estão de parabéns por conseguir montar, em tão pouco tempo, o enorme quebra-cabeças que é produzir um site novo.
O comparecimento ao website da SBEM-DF é bastante significativo. Na véspera do congresso recebeu 730 pageviews. Nada mal para um site que está engatinhando.
O sistema administrador da SBEM DF é a primeira aplicação prática do novo CMS produzido pelo companheiro Andrews Medina, com grandes melhorias em relação à versão anterior, e conta com um novíssimo módulo administrador de inscrições em eventos, criado para o 2º Endo Centro Oeste. As inscrições e o acompanhamento dos pagamentos foram on-line. O aplicativo de inscrições foi desenvolvido em poucos dias pelo cearense Italo Maia, que tirou de letra as solicitações urgentes de mudanças na programação que sempre ocorrem nesses projetos de cronograma apertado. É nessas horas que a escolha de um framework versátil e uma linguagem poderosa (Django e Python, no caso, mas existem outras) mostra seu valor, ou, como se diz hoje em dia, se diferencia.
Outro novo ajudante é gaúcho de Santa Maria – Bruno Gama, que está nos auxiliando em diversas melhorias nos django-sites. Com a experiência e a supervisão do Andrews e agilidade dos dois novos parceiros, a produtividade da minha empresa aumenta nitidamente. Uma equipe antenada e esperta de programadores é tudo o que um webmaster quer. Os clientes agradecem, elogiam, recomendam. Nós dormimos tranquilos.
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O site que eu quero te vender é o site que você quer comprar?
O site que eu quero te vender deveria ser o site que você gostaria de ter. Se houvesse tempo para termos longas conversas, disponibilidade para aprender novas concepções de marketing, ferramentas de produção de mídia, ações em redes sociais e, principalmente, intenção em informar além de vender produtos e serviços. Leia Mais »
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Video conferência pela internet. Funciona?
O sucesso das reuniões que utilizam a internet como canal de comunicação (webinar, webmeeting, videoconferência ou videochat – o nome técnico muda mas a essência é a mesma) invariavelmente depende 1) da qualidade das conexões de internet de seus participantes. 2) de um mínimo de tecnologia.
Aqui no Brasil, são raros os serviços de banda larga que cumprem o que prometem, e as redes corporativas ou prediais costumam ratear uma conexão de banda larga entre inúmeros computadores. Já vi casos em que o desempenho de uma “banda larga” era inferior à uma conexão por linha discada.
Ainda não é costume brasileiro usar webcams e headsets para conversar no computador. Poucos têm o equipamento completo, configurado e funcionando. O skype muitas vezes enguiça por causa de microfonias geradas por volume muito alto ou microfones colocados próximos às saídas de som. Na hora da reunião é sempre aquela correria: pega o fone de ouvido lá no quarto! cadê a webcam? como assim emprestou pro vizinho??? ih o microfone deu mau contato!
Um teste que deve ser feito por todos os participantes, antes das reuniões, está em http://www.speedtest.net/ . Uma sala de videochat com 3 vídeos simultâneos e um canal de áudio demanda uma boa taxa de transmissão de dados:
Taxas de download abaixo de 500Kb/s, ou 0,5Mb/s podem não ser suficientes, principalmente se a conexão estiver instável.
Taxas de upload acima de 200Kb/s ou 0,2Mb/s são recomendadas.
Para vocês terem uma idéia, meu teste atual no Speedtest.net deu 4.66 Mb/s de download e 0.58Mb/s de upload. Meu contrato é de 6Mb de download e 1Mb/s de upload.
Outras soluções que realmente funcionam utilizam hardware proprietário (micros especiais, modems, telões, etc), várias linhas ISDN ligadas em paralelo para a transmissão… e custam uma fortuna.
O Skype e outros programas gratuitos, como o MSN e o Gtalk, só permitem a conexão com video E áudio apenas entre 2 pessoas, e olhe lá. Mesmo para reuniões sem o uso de webcams, o áudio do skype nem sempre funciona.
O camfrog é diferente porque o cliente paga para hospedar uma “sala virtual” em um servidor otimizado para este tipo de aplicação. O custo mínimo desta hospedagem é R$35 mensais ou R$252 anuais para até 400 participantes simultâneos (http://www.frogfriendshosting.com).
Há um programa gratuito em que os participantes conversam por áudio e texto, e cada um vê até 3 vídeos simultâneos de outros participantes. A versão paga (R$80 cada licença) do mesmo programa permite até 100 vídeos simultâneos, entre outras vantagens. http://www.frogfriendsbrasil.com/?op=pro A SBEM Nacional comprou 7 e levou 10 licenças depois que eu chorei um desconto.
A SBEM está satisfeita com o camfrog. A dinâmica das reuniões, por causa das limitações do ambiente e das ferramentas disponíveis no software, é diferente de uma reunião tradicional. Alguns dos convidados não conseguem falar ou ouvir por não estarem com equipamento ajustado ou por intermitências na conexão com a internet.
Existem outras alternativas, como a versão gratuita do Dimdim – http://webmeeting.dimdim.com/ que têm ferramentas específicas para apresentações e demonstrações e agregam até 20 usuários em cada reunião online. Já usei o dimdim em muitas reuniões.
O twitcam também é uma ferramenta gratuita e genial para broadcast. Qualquer pessoa com uma taxa de upload maior que 16Kbps, um microfone e uma webcam agora pode fazer o seu próprio telejornal ao vivo. O twitter serve como canal de comunicação entre quem está transmitindo o vídeo e os telespectadores que querem participar com perguntas e observações.
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Eu quero um site (parte 3)
Em Thu, 22 Oct 2009 11:58:28 -0200, Fulana escreveu:
Obrigada Eduardo pela sua rápida resposta. Só mais uma última pergunta que esqueci: as atualizações. Eu gostaria de fazê-las eu mesma mas caso a opção fosse para que você as faça esporadicamente, quanto seria o custo? Você cobraria algum fee mensal? Leia Mais »
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Eu quero um site (parte 2)
Olá, fulana
Será um prazer ajudá-la a montar o seu website.
Meus sites têm, de fato, propostas e layouts bem diferentes um do outro, essa é uma das vantagens da minha profissão: a diversidade – aparecem clientes com fábricas artesanais de chocolate (do Helio – www.chocomundo.com.br), acompanhamento de jogos no maracanã (fimdejogo.com.br), designers de jóias (www.brunoguidi.com.br), sociedades médicas (www.endocrino.org.br) e assim por diante. Cada projeto me ensina muito. Leia Mais »
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Eu quero um site, você faz para mim?
Sim,… quer dizer, não… ahn… sim e não. Eu faço o site, mas não sou eu quem faço TODO o site. Para que vocês entendam como eu trabalho:
Um website nada mais é que um conjunto de páginas com textos, fotos, desenhos, mapas, vídeos e áudios e alguns formulários para o leitor preencher. Portanto, a equipe envolvida tem que dividir as tarefas e criar, publicar e atualizar todo esse material. Uma equipe básica se compõe de: Leia Mais »
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CDBH Online! positivo! operante!
Trabalho instigante, desafiador, perfeccionista, atabalhoado – a equipe foi-se formando à medida em que o projeto demandava talentos – fruto de várias cabeças pensantes em um único objetivo. Este é o projeto do website www.cdbh.com.br. Fizemos a 6 mãos – O médico endocrinologista Rodrigo Lamounier, atarefado com os tijolos da reforma da casa e com detalhes do layout da home page, e a jornalista Leticia Orlandi, chamada aos 40 do segundo tempo para colocar ordem no meio de campo. Entrou, colocou ordem e ainda ajudou no layout e na arquitetura.
O WordPress foi definido como a melhor plataforma para este website. Essa escolha é estratégica: depende das circunstâncias do mercado – se há ou não disponibilidade de mão de obra (programadores) ; depende das recentes conversas e opiniões de colegas, do que falam as revistas da semana, até da preferência dos hackers desocupados. Até há pouco tempo atrás eles gastavam seu tédio quebrando a segurança do wordpress.
Para mim, o wordpress é tudo de bom. A biblioteca de ferramentas disponíveis é absurda de grande, os upgrades automáticos são uma mão na roda. Estou ficando cada dia mais ágil na customização de páginas, menus e CSS. O WordPress dá uma pré-mastigada e nos facilita bastante a programação em PHP. Com um trivial de javascript, qualquer um, inclusive eu, faz um site tunado como o do CDBH.
Pra deixar o site na moda, como dizem meus clientes, nada como um slaidechou. Usando o termo técnico adequado, o Featured Content Gallery é simplesmente um MUST hoje em dia. Uma homepage sem um crossfade de imagens é como uma pessoa de camiseta numa festa formal.
A nuvem de tags em 3D entrou no projeto inicial, depois saiu, depois entrou de novo. Há controvérsias quanto a sua utilidade. Bonita e atraente ela ficou. Utilidade ela terá, se a equipe editorial escolher tags interessantes para rodar ali. Veremos sua eficiência nos relatórios de métricas.
Os mapas também merecem atenção. Minha solução padrão, que satisfez a todos os meus antigos clientes, simplesmente não agradou o Rodrigo. Ele queria meios de criar rotas de acesso. A pesquisa por uma ferramenta nova de mapeamento não durou 5 minutos. Trombei logo com o Umapper, que dispensa comentários. É simples e poderoso.
A idéia é fazer um site institucional com funções bem específicas para agilizar o agendamento de consultas e promover as atividades do CDBH ao seu público. Tentamos aplicar o máximo de objetividade, o mínimo de firulas, aproveitar todas as formas de interação com o público que a internet nos oferece, e isso inclui todos os bricabraques que os blogs nos oferecem: trackbacks, comentarios, tags, categorias, etc. e mais o apoio das grandes redes sociais, principalmente google/youtube e twitter, para complementar uma estratégia completa.
O site nem estreou e já tem mais de 100 visitas diárias. Pensando nesse público inicial, desde o primeiro dia que o domínio foi criado já existe uma home page com um mínimo de informação. Todo o trabalho de layout da home page e das páginas internas foi feito online e em realtime, as páginas e artigos foram criados a olhos vistos. Uma certa ousadia bem calculada que resultou numa enorme economia de tempo. Quando a stamina acabava antes do término de alguma etapa, a página era colocada “em rascunho” e não aparecia para o público. Dessa forma nunca decepcionamos ninguém com páginas que existem no menu mas estão “em construção”.
Bem vindo ao cyber espaço, CDBH.
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Prudência na hora de analisar métricas
Quem lida com métricas sabe como é complicado interpretá-las. Loucos como eu que usam dois ou três sistemas de aferição em um mesmo site ficam expostos ao grande problema de ter que explicar ao cliente por que diabos cada sistema mostra um resultado diferente. Pior que isso só quando temos que desfazer a confusão que os clientes criam ao analisar por conta própria um relatório. São inúmeras as formas de extrair conclusões equivocadas de números e termos complicados. Leia Mais »
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Twittar é preciso?
É. Necessário e agradável. Ouvi falar do twitter quando houve o terremoto na China, antes das olimpíadas. Disseram que a informação no twitter chegou horas antes do terremoto ser noticiado nos sites e jornais da TV. Achei interessante mas não o suficiente para me engajar. Fiz meu cadastro por obrigação da profissão, dias depois, para aprender a ferramenta, e hoje sigo várias pessoas interessantes e diariamente recebo novos leitores. Gasto feliz da vida alguns minutos por hora visitando e atualizando. Gente que eu nunca vi me segue. Leia Mais »
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blogfolio – eduardo frick