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CDBH Online! positivo! operante!

agosto 10th, 2009
CDBH

CDBH

Trabalho instigante, desafiador, perfeccionista, atabalhoado – a equipe foi-se formando à medida em que o projeto demandava talentos – fruto de várias cabeças pensantes em um único objetivo. Este é o projeto do website www.cdbh.com.br.  Fizemos a 6 mãos – O médico endocrinologista Rodrigo Lamounier, atarefado com os tijolos da reforma da casa e com detalhes do layout da home page, e a jornalista Leticia Orlandi, chamada aos 40 do segundo tempo para colocar ordem no meio de campo. Entrou, colocou ordem e ainda ajudou no layout e na arquitetura.

O Wordpress foi definido como a melhor plataforma para este website. Essa escolha é estratégica: depende das circunstâncias do mercado – se há ou não disponibilidade de mão de obra (programadores) ; depende das recentes conversas e opiniões de colegas, do que falam as revistas da semana, até da preferência dos hackers desocupados. Até há pouco tempo atrás eles gastavam seu tédio quebrando a segurança do wordpress.

Para mim, o wordpress é tudo de bom. A biblioteca de ferramentas disponíveis é absurda de grande, os upgrades automáticos são uma mão na roda. Estou ficando cada dia mais ágil na customização de páginas, menus e  CSS. O Wordpress dá uma pré-mastigada e nos facilita bastante a programação em PHP. Com um trivial de javascript, qualquer um, inclusive eu, faz um site tunado como o do CDBH.

Pra deixar o site na moda, como dizem meus clientes, nada como um slaidechou. Usando o termo técnico adequado, o Featured Content Gallery é simplesmente um MUST hoje em dia. Uma homepage sem um crossfade de imagens é como uma pessoa de camiseta numa festa formal.

A nuvem de tags em 3D entrou no projeto inicial, depois saiu, depois entrou de novo. Há controvérsias quanto a sua utilidade. Bonita e atraente ela ficou. Utilidade ela terá, se a equipe editorial escolher tags interessantes para rodar ali. Veremos sua eficiência nos relatórios de métricas.

Os mapas também merecem atenção. Minha solução padrão, que satisfez a todos os meus antigos clientes, simplesmente não agradou o Rodrigo.  Ele queria meios de criar rotas de acesso. A pesquisa por uma ferramenta nova de mapeamento não durou 5 minutos. Trombei logo com o Umapper, que dispensa comentários. É simples e poderoso.

A idéia é fazer um site institucional com funções bem específicas para agilizar o agendamento de consultas e promover as atividades do CDBH ao seu público.  Tentamos aplicar o máximo de objetividade, o mínimo de firulas, aproveitar todas as formas de interação com o público que a internet nos oferece, e isso inclui todos os bricabraques que os blogs nos oferecem: trackbacks, comentarios,  tags, categorias, etc. e mais o apoio das grandes redes sociais, principalmente google/youtube e twitter, para complementar uma estratégia completa.

O site nem estreou e já tem mais de 100 visitas diárias. Pensando nesse público inicial, desde o primeiro dia que o domínio foi criado já existe uma home page com um mínimo de informação. Todo o trabalho de layout da home page e das páginas internas foi feito online e em realtime, as páginas e artigos foram criados a olhos vistos. Uma certa ousadia bem calculada que resultou numa enorme economia de tempo. Quando a stamina acabava antes do término de alguma etapa, a página era colocada “em rascunho” e não aparecia para o público. Dessa forma nunca decepcionamos ninguém com páginas que existem no menu mas estão “em construção”.

Bem vindo ao cyber espaço, CDBH.

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Plugins que deixam seu site na moda

julho 26th, 2009

Nos últimos meses, aumentou bastante minha preferência pelo Wordpress. Creio eu que os problemas com invasões foram resolvidos.  Dentre as dezenas de soluções de CMS existentes no mercado, o WP está se destacando por causa de sua enorme biblioteca de temas e assessórios. A última versão, a 2.8, colocou a instalação desses temas e acessórios ao alcance de um clique. Agora, mesmo aquelas pessoas que têm arrepios quando ouvem falar em FTP podem alterar o layout e adicionar ferramentas interessantes em seus sites. Leia Mais »

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Prudência na hora de analisar métricas

julho 6th, 2009

Quem lida com métricas sabe como é complicado interpretá-las.  Loucos como eu que usam dois ou três sistemas de aferição em um mesmo site ficam expostos ao grande problema de ter que explicar ao cliente por que diabos cada sistema mostra um resultado diferente.  Pior que isso só  quando temos que desfazer a confusão que os clientes criam ao analisar por conta própria um relatório. São inúmeras as formas de extrair conclusões equivocadas de números e termos complicados. Leia Mais »

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Mapas de Visitantes

abril 13th, 2009

Vejam abaixo a curiosa distribuição de visitantes recentes a diversos sites por mim monitorados. Resultados como o do site da Rosana Lanzelotte, cravista mais reconhecida lá fora do que aqui no Brasil, são bem fáceis de entender. Mas algumas surpresas apareceram em alguns mapas. O site da SBD, curiosamente, não aponta visitantes europeus. Leia Mais »

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Quem tem medo de internet?

março 11th, 2009

Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau
Quem tem medo do lobo mau, trá-lalála-lá-lá!

Essa música dos três porquinhos zombando do lobo, no disquinho colorido da minha infância, não me sai da memória. Sempre que eu vejo alguém com medo de alguma coisa boba como o mané lobo mau que termina com o rabo queimado, o tralalá me volta à cabeça.

Eu conheço gente que tem medo de internet. Pior. Tenho CLIENTES que têm medo de internet. Isso não seria nada demais se eu não fosse um webmaster. Minha falecida e querida tia Thê tinha medo da internet, mas ela nunca jamais pensou em ter um site para se promover.

Vamos ao “case”. Um cliente (sem nomes para evitar constrangimentos) que há vários anos mantém um site comigo, esporadicamente, quando a secretária insiste muito, me envia algum material para atualizar o site.

primeiro ponto estranho: a secretária precisa empurrar o patrão para atualizar o site?

Na maioria das vezes o serviço consta em atualizar o texto de uma página e replicar galerias feitas com um javascript plugin do dreamweaver, aplicando novas fotos. Esse site foi feito há vários anos, numa época em que as redes sociais ainda engatinhavam. Flickr ainda nem existia. Esse trabalho de atualizar fotos na galeria em javascript é enfadonho e complicado, impossível de ser delegado a um não-nerd.

Gastei a ponta dos dedos de tanto escrever para esse cliente, explicando que, por um custo próximo ao orçamento para atualizar as fotos, eu faria um site inteiro novo para ele, usando plataforma (wordpress) muito mais moderna e vantajosa, e que a partir daí ele mesmo poderia alimentar o site a cada novo trabalho, e assim o Google indexaria melhor o site e ele teria um retorno maior, enfim, o site deixaria de ser a tela de fundo dos monitores da empresa dele para ganhar o mundo e agir como um site comercial deve: captando clientes.

Proposta irrecusável, não acham?

segundo ponto estranho: a proposta foi recusada: o cliente não encara o site como um investimento que deva dar retorno. Muita gente boa considera investimentos em publicidade como “despesa”. Não concordo mas, fazer o que, aceito.

Recentemente chegou outra solicitação de inserção de fotos em galerias do site. Faz parte do meu trabalho, às vezes, contestar as solicitações dos clientes e sugerir alternativas que a minha experiência e/ou meu conhecimento técnico dizem ser melhores opções. Nesse caso específico, recomendei abrir uma conta no Flickr e lá postar as fotos, dividindo-as em coleções assim como é feito dentro da galeria interna do site dele. Desta forma as fotos teriam uma visibilidade muito maior e a marca dela iria se popularizar proporcionalmente.

terceiro ponto estranho: novamente a proposta foi vetada: “não precisamos de mais visibilidade. Faça seu orçamento para publicar as fotos dentro do nosso site, como sempre fizemos”

Meu orçamento foi X para publicar as fotos no site ou X/2 para publicar as fotos no Flickr.

Não obtive mais resposta. Acho que o cliente desistiu de publicar qualquer foto. Com essa mentalidade, estranho até o fato dele insistir em manter um site e gastar dinheiro com hospedagem.

Esse é um caso extremo. De uma pessoa que, provavelmente, se achou obrigada a ter um site porque “todos os outros têm”, mas por razões diversas e inexplicáveis, prefere não usufruir das vantagens de ter um site.

Mas existem casos mais leves onde o cliente resolve investir em um site, animado com a promoção que a sua empresa terá, mas  nem sabe que existem os métodos de medição da eficiência do site – as famosas métricas, que não só nos dizem se a visitação vai bem ou mal, mas também indicam quais as preferências dos leitores, suas características geográficas, técnicas e toda uma gama de informações que podem guiar futuras alterações no site para torná-lo mais eficiente.

quarto e último ponto estranho: São raríssimos os donos de sites que se preocupam com retorno de seus investimentos, o que os entendidos chamam de ROI.

Existem, na verdade, outros que pensam de forma absolutamente (ou perversamente)  inversa. Mas isso é assunto pra outro artigo. Já falei demais por hoje.

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Para o alto e avante!

março 3rd, 2009

Oi Dr.

Em Tue, 03 Mar 2009 09:17:41 -0300, Walter Minicucci <walter.minicucci@gmail.com> escreveu:
> Frick
> A visitaçao vem aumentando, mas o tempo medio de viistação caiu e o
> bounce rate aumentou. O quer dizer aumento de bounce rate, que os carinhas desistem antes de carregar a pagina?

A visitação aumenta na medida em que as técnicas de SEO (tags, matérias bem escritas, RSS, etc) aplicadas em seu site funcionam. Seu site é um belo “case” de sucesso de marketing de busca. Abriremos um champagne quando o site alcançar seu primeiro ponto no Pagerank.
Mas esse público em crescimento é, digamos assim, um público bruto, que chega no seu site através de uma busca qualquer no google. Veja uma lista das “queries” mais utilizadas:
8    4.94%    dieta para diabeticos
6    3.70%    receitas de saladas para almoço de diabéticos
4    2.47%    walter minicucci
4    2.47%    dieta para diabetes
4    2.47%    bombas,insulina,walter,minicucci
3    1.85%    GRUPOS DE ALIMENTOS
3    1.85%    refeições para diabeticos
3    1.85%    dieta hipoglicemia
3    1.85%    adoçantes em diabetes
3    1.85%    gasto calorico1.85%    tabela para medir diabetes
2    1.23%    relogio que mede glicose
2    1.23%    glicose media estimada

Repare que o público está se especializando em fazer consultas ao google e as buscas estão cada vez mais refinadas. Buscas refinadas resultam em pesquisas rápidas, porque o internauta sabe o que quer, chega rapidamente na página cuja informação ele precisa e sai rápido também pq o tempo voa e ele precisa terminar a pesquisa antes da aula.
O Bounce rate, ou a taxa de pessoas que visitam uma única página, aumenta proporcionalmente ao crescimento do seu público vindo de sistemas de busca.
Como fazer para diminuir o bouce rate? “qualificando” melhor o seu público – investindo em marketing direcionado a um público alvo específico. Email marketing para pacientes diabéticos, laboratórios, universidades, amigos, clientes… Marketing social em comunidades virtuais como Orkut e Facebook, anuncios em revistas e outros sites especializados, etc.

> Fiz uma analise atraves de um desse analizadores de  site
> que deu nota 7,2 para o site e deram 8,6 para o site da SBD e entre
> outras coisas disseram que tinha muita foto e isto demorava mais para o site
> carregar. Entao decidi tirar as fotos dos que escreveram colunas a mais
> tempo e diminuir algumas fotos talvez as de receitas o que vc acha?

Sua home page tem muita foto sim. Ela carece do mesmo mal da HP da SBD – está comprida demais porque os editores não retiram chamadas antigas enquanto acrescentam novas em cima. Repare que a informação nas barras laterais (menu do lado esquerdo e enquete à esquerda) terminam e o miolo continua metros abaixo. Sugiro uma urgente e radical limpeza, apagando anuncios e desligando o status de “destaque” para as matérias mais antigas.

> Alem disso vc nao me disse o que acha de um quadrado para irem entrando
> os artigos já postados, a mais tempo ou um rotulo de NOVO em recem postados

Se você seguir a minha sugestão acima, a home page fará exatamente o que você quer: as matérias mais recentes ficam na área de destaques enquanto que os artigos postados há mais tempo vão para a coluna de “noticias” e “favoritas” da coluna direita.

Este email está tão interessante que vai virar um post do MEU site. :-P

[] Frick

walter-minicucci-clinica-de-endocrinologia-e-diabetes

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E não é que ele voltou?

novembro 21st, 2008
Fim de Jogo volta ao Google

Fim de Jogo volta ao Google

Eu já estava dando o caso como perdido. Já havia aconselhado minha amiga a mudar de nome. Mas não é que, depois de 6 meses, o Google resolveu fazer as pazes com o Fim de Jogo.  Digitando-se fim de jogo no campo de busca, o site voltou a ser o primeiro da lista de respostas, coisa que não acontecia desde que sofremos uma série aparentemente interminável de invasões. Meu blog acompanhou todo o percurso desde o primeiro incidente.  O Google nunca deixou de indexar o FDJ, mas não permitia que o site aparecesse em suas respostas. Fomos banidos em junho. Durou até hoje. De lá pra cá foram várias remoções de código intruso, 2 solicitações de reconsideração enviadas e milhares de pesquisas avançadas procurando por “viagra” no cache do google.

Aprendemos bastante com as chibatadas que levamos, mas, apesar do FDJ voltar à sua cotação original, não chegamos à solução do caso. Continuam sem resposta:

Por que o fim de jogo? Por que centenas de milhares de blogs em wordpress também não são vítimas? Ou todos são?

Como é que os invasores entram com tanta facilidade no banco de dados, nos arquivos do site, e até nos anúncios do adsense? Onde estão as frestas por onde eles entram? No provedor? No Wordpress? Na minha conta do Dreamhost?

Se o google é tão inteligente para perceber que um determinado site está utilizando técnicas de black SEO (consciente ou inconscientemente, como foi o caso do FDJ enquanto esteve com os códigos intrusos), por que os robôs simplesmente não ignoram o conteúdo do spam?

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SBD em tempos de web 2.0

novembro 12th, 2008

O dia mundial do diabetes está chegando e nosso hot site está bombando. Abrimos, hoje, um canal para que o público envie para o site fotos e vídeos documentando ações em prol do evento, e também criamos uma galeria de fotos (usando o jscript “lightbox” que usamos no ebook e nos sites django) com os prédios, lugares e monumentos que serão iluminados de azul no dia 14/11.

É a uma investida forte da SBD no conceito de conteúdo participativo. Estamos usando álbuns do Flickr e do Youtube para guardar o material recebido dos internautas. Assim a SBD abre seu conteúdo e busca mais visibilidade para o seus websites.

Vejam abaixo o gráfico de visitas do hotsite do dia mundial

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Fim de Jogo – Banido para sempre do Google?

novembro 12th, 2008

Estamos jogando a toalha e chegando a conclusão de que, infelizmente, o Wordpress não pode mais ser utilizado como CMS de um site cuja visitação seja acima de um determinado patamar. O site, seja lá qual for, a partir do momento que faz um relativo sucesso, entra na mira de pessoas, máquinas e softwares dedicados a invadir o código do Wordpress – e existem inúmeras frestas abertas por onde eles podem passar.
Nessa briga contra os hackers no Wordpress do site fimdejogo.com.br, vimos acontecer invasões no código das templates, nos comentários, no conteúdo dos posts e até, pasmem, dentro dos anúncios do Google Adsense.

O Google, com seus eficientes robôs, não perdoa. Encontrou spam, ele corta o site. O Fim de jogo não aparece no google nem mesmo quando eu procuro por “Fim de Jogo” assim, com aspas. Nem mesmo procurando por fimdejogo.com.br. Na minha opinião, sincera porém triste, fimdejogo.com.br é um nome maldito que nunca mais recuperará seu prestígio. o Google é uma caixa preta que ninguém sabe como funciona. Como é um serviço “gratuito” ninguém ousa reclamar ou duvidar da sua eficiência. Mas o fato é que ele parece ter um “blacklist de sites muito frequentemente invadidos” que, nem que eu envie 10 formulários de pedidos de reconsideração para o fim de jogo, este site nunca mais voltará a ser listado.

E palmas para a Cris Dissat que, mesmo com o Google atrapalhando BASTANTE, está conseguindo aumentar a visitação do blog dela. Ela apela pro Twitter, links em diversos outros sites, boca-a-boca e sinais de fumaça.

O que fazemos? trocamos de nome? Não sei, isso está sendo cogitado. Mas, certamente, Wordpress – NUNCA MAIS. A não ser que seus desenvolvedores comecem a cuidar mais da segurança de seu sistema.

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Por que o Fim de Jogo saiu do Google – Parte 3 (e última, espero)

julho 15th, 2008

Contamos com a ajuda de um expert para descobrir mais uma invasão no código do Fim de Jogo. O Paulo Rodrigo Teixeira, editor do blog Marketing de Busca, resolveu colaborar com a Cristina Dissat e usou de seus profundos conhecimentos de Googlelogia para descobrir mais um furo na segurança do Wordpress.

Algum sem-mãe entrou no código do rodapé e inseriu um script em PHP codificado:
<?php eval(base64_decode(“aWYo… sequência infindável de caracteres estranhos … CR0eHQpOw0KfQ==”)); ?>

Mesmo que a gente abra o código fonte da página, a invasão passa desapercebida. Mas, para o Googlebot, aparecem centenas de links para comprar viagras, clialis e afins. Só conseguimos desvendar o mistério quando abrimos a página do cache do google relativo ao fim de jogo.

Obrigado, Paulo, pela ajuda, porque se dependêssemos somente das ferramentas para webmasters oferecida pelo Google, estaríamos até agora sem saber o que estava acontecendo. Neste tempo todo em que o site está fora das listagens do Google, as ferramentas não indicam qualquer problema.

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  • Eduardo Frick

    Atualmente em versão 4.1, Eduardo é Webmaster, webdesigner, web-consultor, web-coordenador de projetos. Tem longa experiência em produção gráfica e é fluente em diversas mídias.

    É carioca da gema, mas está morando em Caçapava, São Paulo. De seu escritório/estúdio, projeta e constrói sites, coordena a manutenção de sistemas e atualização de conteúdo, recruta e supervisiona o trabalho de analistas, programadores, fotógrafos, ilustradores, animadores, redatores e demais especialistas para garantir serviços de qualidade aos seus clientes espalhados por todo o Brasil.

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