Sim,… quer dizer, não… ahn… sim e não. Eu faço o site, mas não sou eu quem faço TODO o site. Para que vocês entendam como eu trabalho:
Um website nada mais é que um conjunto de páginas com textos, fotos, desenhos, mapas, vídeos e áudios e alguns formulários para o leitor preencher. Portanto, a equipe envolvida tem que dividir as tarefas e criar, publicar e atualizar todo esse material. Uma equipe básica se compõe de: Leia Mais »
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próximos eventos do MIG
Fiz ontem a transferência do MX do site musicanasigrejas.com.br para o Gmail. Com isso, o MIG agora passa a poder usar as mil ferramentas do Google Apps, entre elas Google Docs, Google Maps e Google Calendar. Leia Mais »
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Soube com atraso que dia 9 de abril é o dia CSS Naked Day, onde os desenvolvedores do mundo inteiro retiram os links dos CSS e os sites ficam nús, apresentando apenas o seu conteúdo, como se estivesse sendo visto por um daqueles navegadores da idade pré-web. Ano que vem prometo fazer parte desse jogo, com o meu site pessoal, claro. Se fizer isso com algum site de algum cliente, serei um webmaster morto no dia seguinte.
A idéia do evento é promover os Web Standards. Isso inclui o bom uso de vários elementos tais como (X) HTML, semântica, estrutura hierárquica e, obviamente, um texto muito bem escrito. ” It’s time to show off your <body>! “
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Em uma sala de frente para a praia de copacabana, em uma animada reunião da Comissão de Comunicação Social da SBEM, foi aprovada minha proposta de reformular o site da SBEM por completo, começando pela mudança para a plataforma python/django, passando por uma revisão na arquitetura de informação, fazendo também mudanças drásticas no layout das páginas.
A minha apresentação foi feita no Google Docs. Boa parte dela foi produzida no saguão de embarque do aeroporto de Brasília, com uma lixeira servindo de base para o notebook. Quem quiser ver e entender melhor o projeto, pode acessar a apresentação aqui.
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Já está no ar, porém ainda em fase de aprovação, a nova página com a programação do projeto “Música nas Igrejas”, dirigido plea cravista Rosana Lanzelotte e coordenado pela minha amiga multi-tasking Celina.
Para manter a identidade visual com o material impresso, que usa a Garamond no no novo logotipo, optei por usar um tag <h1> “escondido” por meio de css (display:none;) na esperança de que o Google não ache isso muito estranho e indexe a página sem grandes probemas.
O projeto tende a crescer – ideal seria ter um sistema gerenciando cadastros de eventos, igrejas e músicos, e uma home page que destacasse o evento mais recente e mostrasse detalhes dos mais próximos.
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Estou lançando aqui, em primeiríssima mão o link para o mais novo lançamento da SBD, tão novo que ainda não foi oficialmente lançado:
http://www.diabetesebook.org.br

Este projeto é particularmente interessante por vários motivos:
é feito de “informação pura” – fora o singelo banner do patrocinador, o livro é 100% informação científica. Gosto da internet servindo ao seu princípio básico da troca de conhecimento.
Fui incumbido de produzi-lo depois que a SBD desistiu de usar os serviços de uma empresa especializada em mídia científica, que durante meses prometeu e não cumpriu. Minha responsabilidade era enorme e o prazo, apertado. Para piorar a situação, resolvemos arriscar a usar uma plataforma nova – Python – em vez do velho e obsoleto PHP. Muita coisa foi feita em Javacript, inclusive o AJAX implementado no sistema administrativo.
O trabalho de produção do sistema administrativo foi feito em paralelo à produção das templates em xhtml (validado pelo W3C) e ao preparo dos originais. Enquanto essas peças não se encaixaram, os editores não tinham condições de acompanhar ou mesmo entender o processo de produção.
Todo o trabalho foi registrado num documento online, armazenado no Google DOCs, acessível por todos os envolvidos. Centralizamos as solicitações dos clientes e pedidos de revisões e tudo ficou muito mais fácil – acabou aquela chatisse de procurar pendências nos emails antigos.
Os editores do livro já estavam meio descrentes de que eu conseguiria cumprir os prazos quando o livro começou a brotar como por encanto. No momento em que os originais e as imagens foram revisados e entregues, o sistema ficou pronto para cadastrar os dados e o layout pronto para receber os scripts que o tornariam dinâmico. Em poucos dias todos os 19 capítulos dos 2 primeiros módulos estavam publicados.
Houve uma tragédia digna de nota. Não teve dimensões catastróficas porque eu tinha um backup da base de dados. Um dos editores não entendeu a função do ícone
e excluiu um modulo inteiro. Ficou a lição – não oferecer recursos de exclusão de qualquer tipo de registro. Trocaremos o
por um botão para ativar/desativar o módulo/capítulo/usuário.
O lançamento oficial deverá ocorrer no próximo dia 8 de julho. Já estou com o Statcounter e o Google Analytics a postos para contar os visitantes.
Meus sinceros agradecimentos ao Andrews Medina, o web developer que me convenceu a usar Django/Python para essa empreitada, e aos Drs. Reginaldo e Pimazoni que confiaram e apostaram no nosso talento para descascar esse abacaxi com bisturi.
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Desde que a Microsoft desceu do seu pedestal e resolveu lançar a nova versão do seu navegador de acordo com as normas descritas pelo W3C, eu pensei: meus problemas estão terminados. Agora é uma questão de tempo para as pessoas atualizarem seus softwares e o nefasto IE6 será aposentado de vez.
Ainda hoje o IE6 domina a internet (65% dos internautas do site da SBD usam IE6, contra 24% IE7). Sim, todos os usuários registrados que compraram o Windows na loja já fizeram o upgrade para o IE7. Todos os 3. Outros poucos quebraram o sistema de proteção anti-pirataria da Microsoft e instalaram o IE7. O resto da torcida do flamengo continua usando IE6 sem pretensões de fazer nenhum upgrade.
Na verdade as coisas complicaram para o meu lado. Como o IE7 foi automaticamente instalado em todas as minhas máquinas, eu não tenho como testar e simular o funcionamento dos sites no IE6. Eu, que resolvi correr na frente de todos meus concorrentes, aprendendo e aplicando os conceitos “webstandards” nos meus sites para que eles funcionem em qq dispositivo ligado à internet, acabei caindo numa armadilha: meus sites funcionam no IE7, no Firefox, Opera, Safari, Netscape, palmtops, celulares, geladeiras, sapatofones… menos no IE6.
Estranhamente, durante vários meses, não recebi reclamações, até que a editora de conteúdo do site da SBD, que estava participando de uma Pós numa sala de aula com micros equipados com IE6 (onde está o gerente de TI dessa faculdade que ainda não atualizou seu software?) percebeu o desastre. Além do desconforto gerado pelo erro crasso de minha responsabilidade, ainda tive que aguentar o comentário de que os sites que eu normalmente cito como exemplos de “webdesign amador” funcionam perfeitamente nessa mesma sala de aula enquanto que os meus ficam todos desfigurados.
A solução veio em partes. Primeiro descobri que a Microsoft disponibiliza uma versão Standalone do IE6, mas que instalada junto com o IE7 não funciona direito. A solução definitiva é criar um “PC virtual” dentro do seu computador para conseguir fazer s dois navegadores funcionarem ao mesmo tempo. Mais informações podem ser obtidas no Revolução e Etc – excelente blog de referências para webdesigners
Meu livro de CSS hacks me ajudou a resolver os problemas de diagramação da página no IE6. Bastam algumas linhas dentro do <head>, que identificam o navegador e fazem algumas mudanças nas larguras de algumas colunas:
<!–[if ! IE 7]>
<style type=”text/css”>
#conteudo {width: 800px;}
#miolo {width: 640px;}
</style>
<![endif]–>
Desta forma, as páginas se comportam direito no IE6 sem perder suas funcionalidades em navegadores mais modernos.
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