O site que eu quero te vender deveria ser o site que você gostaria de ter. Se houvesse tempo para termos longas conversas, disponibilidade para aprender novas concepções de marketing, ferramentas de produção de mídia, ações em redes sociais e, principalmente, intenção em informar além de vender produtos e serviços. Leia Mais »
Tópico: ‘Clientes’
O site que eu quero te vender é o site que você quer comprar?
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Eu quero um site (parte 2)
Olá, fulana
Será um prazer ajudá-la a montar o seu website.
Meus sites têm, de fato, propostas e layouts bem diferentes um do outro, essa é uma das vantagens da minha profissão: a diversidade – aparecem clientes com fábricas artesanais de chocolate (do Helio – www.chocomundo.com.br), acompanhamento de jogos no maracanã (fimdejogo.com.br), designers de jóias (www.brunoguidi.com.br), sociedades médicas (www.endocrino.org.br) e assim por diante. Cada projeto me ensina muito. Leia Mais »
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Eu quero um site, você faz para mim?
Sim,… quer dizer, não… ahn… sim e não. Eu faço o site, mas não sou eu quem faço TODO o site. Para que vocês entendam como eu trabalho:
Um website nada mais é que um conjunto de páginas com textos, fotos, desenhos, mapas, vídeos e áudios e alguns formulários para o leitor preencher. Portanto, a equipe envolvida tem que dividir as tarefas e criar, publicar e atualizar todo esse material. Uma equipe básica se compõe de: Leia Mais »
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Com que roupa eu vou?
Copiei o título do famoso samba porque é a música que sempre me vem à cabeça quando os clientes me perguntam “que sistema vamos usar no nosso uebesaite?”. Leia Mais »
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CDBH Online! positivo! operante!
Trabalho instigante, desafiador, perfeccionista, atabalhoado – a equipe foi-se formando à medida em que o projeto demandava talentos – fruto de várias cabeças pensantes em um único objetivo. Este é o projeto do website www.cdbh.com.br. Fizemos a 6 mãos – O médico endocrinologista Rodrigo Lamounier, atarefado com os tijolos da reforma da casa e com detalhes do layout da home page, e a jornalista Leticia Orlandi, chamada aos 40 do segundo tempo para colocar ordem no meio de campo. Entrou, colocou ordem e ainda ajudou no layout e na arquitetura.
O Wordpress foi definido como a melhor plataforma para este website. Essa escolha é estratégica: depende das circunstâncias do mercado – se há ou não disponibilidade de mão de obra (programadores) ; depende das recentes conversas e opiniões de colegas, do que falam as revistas da semana, até da preferência dos hackers desocupados. Até há pouco tempo atrás eles gastavam seu tédio quebrando a segurança do wordpress.
Para mim, o wordpress é tudo de bom. A biblioteca de ferramentas disponíveis é absurda de grande, os upgrades automáticos são uma mão na roda. Estou ficando cada dia mais ágil na customização de páginas, menus e CSS. O Wordpress dá uma pré-mastigada e nos facilita bastante a programação em PHP. Com um trivial de javascript, qualquer um, inclusive eu, faz um site tunado como o do CDBH.
Pra deixar o site na moda, como dizem meus clientes, nada como um slaidechou. Usando o termo técnico adequado, o Featured Content Gallery é simplesmente um MUST hoje em dia. Uma homepage sem um crossfade de imagens é como uma pessoa de camiseta numa festa formal.
A nuvem de tags em 3D entrou no projeto inicial, depois saiu, depois entrou de novo. Há controvérsias quanto a sua utilidade. Bonita e atraente ela ficou. Utilidade ela terá, se a equipe editorial escolher tags interessantes para rodar ali. Veremos sua eficiência nos relatórios de métricas.
Os mapas também merecem atenção. Minha solução padrão, que satisfez a todos os meus antigos clientes, simplesmente não agradou o Rodrigo. Ele queria meios de criar rotas de acesso. A pesquisa por uma ferramenta nova de mapeamento não durou 5 minutos. Trombei logo com o Umapper, que dispensa comentários. É simples e poderoso.
A idéia é fazer um site institucional com funções bem específicas para agilizar o agendamento de consultas e promover as atividades do CDBH ao seu público. Tentamos aplicar o máximo de objetividade, o mínimo de firulas, aproveitar todas as formas de interação com o público que a internet nos oferece, e isso inclui todos os bricabraques que os blogs nos oferecem: trackbacks, comentarios, tags, categorias, etc. e mais o apoio das grandes redes sociais, principalmente google/youtube e twitter, para complementar uma estratégia completa.
O site nem estreou e já tem mais de 100 visitas diárias. Pensando nesse público inicial, desde o primeiro dia que o domínio foi criado já existe uma home page com um mínimo de informação. Todo o trabalho de layout da home page e das páginas internas foi feito online e em realtime, as páginas e artigos foram criados a olhos vistos. Uma certa ousadia bem calculada que resultou numa enorme economia de tempo. Quando a stamina acabava antes do término de alguma etapa, a página era colocada “em rascunho” e não aparecia para o público. Dessa forma nunca decepcionamos ninguém com páginas que existem no menu mas estão “em construção”.
Bem vindo ao cyber espaço, CDBH.
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Prudência na hora de analisar métricas
Quem lida com métricas sabe como é complicado interpretá-las. Loucos como eu que usam dois ou três sistemas de aferição em um mesmo site ficam expostos ao grande problema de ter que explicar ao cliente por que diabos cada sistema mostra um resultado diferente. Pior que isso só quando temos que desfazer a confusão que os clientes criam ao analisar por conta própria um relatório. São inúmeras as formas de extrair conclusões equivocadas de números e termos complicados. Leia Mais »
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Twittar é preciso?
É. Necessário e agradável. Ouvi falar do twitter quando houve o terremoto na China, antes das olimpíadas. Disseram que a informação no twitter chegou horas antes do terremoto ser noticiado nos sites e jornais da TV. Achei interessante mas não o suficiente para me engajar. Fiz meu cadastro por obrigação da profissão, dias depois, para aprender a ferramenta, e hoje sigo várias pessoas interessantes e diariamente recebo novos leitores. Gasto feliz da vida alguns minutos por hora visitando e atualizando. Gente que eu nunca vi me segue. Leia Mais »
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Prestação de contas
Olá Frick
Boa noite. Em consideração ao exposto , como presidente da XYZ solicito que na
segunda-feira haja a prestação de contas de acordo com o que contratamos e com o
que foi realizado.
Att.. Presidente da XYZ
Olá Sr. Presidente
Faço agora mesmo:
Conforme a proposta (cópia em anexo) aprovada por email (não houve assinatura ou aditivo de contrato), a XYZ me contratou para prestar serviços de webmastering do website , que consiste nos itens resumidos abaixo. Ao final de cada item eu cito em maiúsculas em que estágio de implementação ele está:
1) Modernização do Website
a. Login para o associado – FEITO
b. Melhorias visuais necessárias para uma melhor navegabilidade: FEITO, layout aprovado na última reunião.
c. “Versão Mobile”- FEITO, com o novo site será bastante aprimorado.
d. Ferramentas de ligação com redes sociais – FEITAS – a XYZ tem Blog e contas no Technorati, Flickr, Youtube, Delicious e outros.
e. Ferramentas de interatividade – FEITAS.
2) Mudança de plataforma de programação – FEITO – o novo site, que está sendo criado em XYZ.com.br, é feito na nova plataforma, assim como o … e o cadastro de associados online.
3) Desenvolvimento de novos aplicativos:
a. Aplicativo de Gerenciamento de Conteúdo – FEITO – XYZ.com.br/admin – login XYZ, senha XYZ
b. Ferramenta de busca – FEITA, aguardando implementação do novo site
c. Biblioteca multimídia – idem
d. Moderação de comentários – idem
e. Cadastro de administradores – idem
f. Adserver – Gerenciamento de banners – FEITA – XYZ.com.br/openx/
g. Integração com “Pagseguro” – FEITO, os associados podem quitar anuidades online.
4) Mudança de provedor – FEITA – gerando economia para a XYZ, maior capacidade e estabilidade ao site
5) Unificação dos boletins – FEITA – gerando economia para a XYZ
Além destes objetivos, a proposta cita os seguintes serviços contínuos, de caráter rotineiro:
1) Administração do Servidor Virtual – EXECUTADO DIARIAMENTE
2) Webmastering e Consultoria técnica - EXECUTADO DIARIAMENTE
3) Projeto Gráfico e Webdesign – FEITOS – tenho aqui documentados dezenas de layouts, relatórios, sugestões de melhorias, apresentações feitas nas reuniões etc.
4 e 5) Produção do novo website – EM EXECUÇÃO – Depois que o novo layout foi aprovado, eu e minha equipe estamos programando os modelos de páginas e fazendo a migração do conteúdo do site. O modelo da home page está quase pronto (XYZ.com.br/). Os modelos das páginas internas estão prontos (XYZ/interna_1coluna.html, XYZ/interna_2colunas.html, XYZ/interna_3colunas.html). A integração destes modelos com o CMS (XYZ.com.br/admin) e a migração do conteúdo são procedimentos que demandam muito mais tempo do que o prazo estipulado para o meu desligamento. Já foram iniciados e deverão ser continuados pelos meus sucessores.
Além dos serviços descritos na proposta, a XYZ me solicitou, a um preço de R$… a ser pago em 4 parcelas, a consultoria técnica e o desenvolvimento de uma solução de comércio eletrônico, o chamado bookstore. Devido às restrições orçamentárias impostas e frente aos altíssimos custos dos softwares disponíveis no mercado, tive que bolar um projeto que fosse simples o suficiente para ser financeiramente viável e que atendesse todas as necessidades da XYZ.
Que necessidades são essas? Apesar dos meus repetidos pedidos, a XYZ ignorou as minhas perguntas a respeito das características do projeto, ou não entendeu que a produção do bookstore está condicionada à prévia solução das questões levantadas. É como seu eu fosse um alfaiate e tivesse que fazer uma roupa justa para um cliente que não informa as medidas e não pode gastar com uma roupa mais versátil. As poucas e isoladas informações e sugestões que eu obtive a respeito do escopo e do modus operandi foram contestadas em emails e conversas posteriores. Cito apenas um exemplo, para não tornar esse email enfadonho: eu perguntei se associados da XYZ teriam desconto. Muito tempo depois chegou a resposta de que não haverá critérios para descontos para sócios, mas estudantes deverão ter desconto. Eu expliquei a imensa dificuldade que esse desconto para estudantes geraria. Dois integrantes da comissão também opinaram contra essa idéia, e desde então não se falou mais no assunto. Enfim, fiquei sem resposta objetiva sobre os associados e com mais um problema dos estudantes sem consenso. Nessas condições, eu não tenho como desenhar um layout.
Não obstante, sabendo que a XYZ tem pressa em lançar o novo serviço, contratei um programador para trabalhar na remodelagem dos bancos de dados e na adaptação do sistema da biblioteca online do site para adequá-los ao Bookstore. Por este serviço, que já foi parcialmente feito, eu já paguei a ele R$… Como não mostrei nada palpável a XYZ, não emiti cobrança, apesar de já ter trabalhado bastante no projeto e gasto do meu bolso com o serviço terceirizado do programador.
Reiterando: excetuando os projetos e sites que não constam da proposta e do contrato, a XYZ me paga por serviços de webmastering, e não pela produção deste ou aquele produto. Não há, na proposta aprovada, nenhuma menção a prazos, porque é (ou pelo menos era) de comum acordo e entendimento que meu trabalho é contínuo, constante e depende da colaboração da equipe (comissão do site e empresa de jornalismo) aos quais eu não posso pressionar ou exigir cumprimento de prazos. Diferente do que pensa o editor do site, eu não recebi adiantado da XYZ para executar tarefa alguma. Minhas notas são emitidas sempre depois que os serviços são prestados. O tal “plus a mais” que eu recebi foi um justo acréscimo na minha remuneração, aprovado por toda a comissão, na época em que eu consegui para a XYZ uma boa economia mensal (maior que o “plus a mais”) analisando contratos e cortando gastos desnecessários que passaram, anos a fio, desapercebidos pela comissão do site.
Todos os procedimentos de manutenção do site estão documentados e prontos para serem entregues ao próximo webmaster. Por razões óbvias de segurança, esta documentação e as senhas de acesso às areas potencialmente perigosas não serão divulgados a ninguém além do Sr. ou ao futuro webmaster responsável. Caso a XYZ não me apresente um novo webmaster até o dia 13 de junho, enviarei, diretamente para o seu email, a relação de senhas. Nesta mesma ocasião eu solicitarei a XYZ que elimine o meu login de usuario do painel de controle do site e demais serviços relacionados. O editor do site tem a senha de acesso ao painel de controle do servidor virtual e pode, através dele, administrar todos os sites da XYZ.
Voltando à prestação de contas: A XYZ, recentemente, me pagou pelos serviços prestados em Abril/2009. No dia 13 de junho emitirei a nota de cobrança pelo mês de maio e os dias restantes de junho. Pelo bookstore, apesar de ter tido gastos consideráveis de tempo e dinheiro, nada cobrarei da XYZ, afinal, apesar dos meus esforços, não consegui apresentar nada de prático. Alguns serviços que eu fiz em projetos externos, que foram orçados porém não pagos, também ficam como cortesia.
Acho que ficou tudo detalhado, porém, estou a disposição para qualquer esclarecimento adicional.
[] Eduardo Frick
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Quem tem medo de internet?
Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau
Quem tem medo do lobo mau, trá-lalála-lá-lá!
Essa música dos três porquinhos zombando do lobo, no disquinho colorido da minha infância, não me sai da memória. Sempre que eu vejo alguém com medo de alguma coisa boba como o mané lobo mau que termina com o rabo queimado, o tralalá me volta à cabeça.
Eu conheço gente que tem medo de internet. Pior. Tenho CLIENTES que têm medo de internet. Isso não seria nada demais se eu não fosse um webmaster. Minha falecida e querida tia Thê tinha medo da internet, mas ela nunca jamais pensou em ter um site para se promover.
Vamos ao “case”. Um cliente (sem nomes para evitar constrangimentos) que há vários anos mantém um site comigo, esporadicamente, quando a secretária insiste muito, me envia algum material para atualizar o site.
primeiro ponto estranho: a secretária precisa empurrar o patrão para atualizar o site?
Na maioria das vezes o serviço consta em atualizar o texto de uma página e replicar galerias feitas com um javascript plugin do dreamweaver, aplicando novas fotos. Esse site foi feito há vários anos, numa época em que as redes sociais ainda engatinhavam. Flickr ainda nem existia. Esse trabalho de atualizar fotos na galeria em javascript é enfadonho e complicado, impossível de ser delegado a um não-nerd.
Gastei a ponta dos dedos de tanto escrever para esse cliente, explicando que, por um custo próximo ao orçamento para atualizar as fotos, eu faria um site inteiro novo para ele, usando plataforma (wordpress) muito mais moderna e vantajosa, e que a partir daí ele mesmo poderia alimentar o site a cada novo trabalho, e assim o Google indexaria melhor o site e ele teria um retorno maior, enfim, o site deixaria de ser a tela de fundo dos monitores da empresa dele para ganhar o mundo e agir como um site comercial deve: captando clientes.
Proposta irrecusável, não acham?
segundo ponto estranho: a proposta foi recusada: o cliente não encara o site como um investimento que deva dar retorno. Muita gente boa considera investimentos em publicidade como “despesa”. Não concordo mas, fazer o que, aceito.
Recentemente chegou outra solicitação de inserção de fotos em galerias do site. Faz parte do meu trabalho, às vezes, contestar as solicitações dos clientes e sugerir alternativas que a minha experiência e/ou meu conhecimento técnico dizem ser melhores opções. Nesse caso específico, recomendei abrir uma conta no Flickr e lá postar as fotos, dividindo-as em coleções assim como é feito dentro da galeria interna do site dele. Desta forma as fotos teriam uma visibilidade muito maior e a marca dela iria se popularizar proporcionalmente.
terceiro ponto estranho: novamente a proposta foi vetada: “não precisamos de mais visibilidade. Faça seu orçamento para publicar as fotos dentro do nosso site, como sempre fizemos”
Meu orçamento foi X para publicar as fotos no site ou X/2 para publicar as fotos no Flickr.
Não obtive mais resposta. Acho que o cliente desistiu de publicar qualquer foto. Com essa mentalidade, estranho até o fato dele insistir em manter um site e gastar dinheiro com hospedagem.
Esse é um caso extremo. De uma pessoa que, provavelmente, se achou obrigada a ter um site porque “todos os outros têm”, mas por razões diversas e inexplicáveis, prefere não usufruir das vantagens de ter um site.
Mas existem casos mais leves onde o cliente resolve investir em um site, animado com a promoção que a sua empresa terá, mas nem sabe que existem os métodos de medição da eficiência do site – as famosas métricas, que não só nos dizem se a visitação vai bem ou mal, mas também indicam quais as preferências dos leitores, suas características geográficas, técnicas e toda uma gama de informações que podem guiar futuras alterações no site para torná-lo mais eficiente.
quarto e último ponto estranho: São raríssimos os donos de sites que se preocupam com retorno de seus investimentos, o que os entendidos chamam de ROI.
Existem, na verdade, outros que pensam de forma absolutamente (ou perversamente) inversa. Mas isso é assunto pra outro artigo. Já falei demais por hoje.
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Música nas Igrejas 2009
Mais do que esperado, necessário. O Música nas Igrejas, projeto sócio-educativo que reúne músicos renomados para apresentar música clássica nas igrejas de todos os bairros do Rio de Janeiro, é mais do que merecedor de ter um bom website, com o histórico dos concertos, depoimentos, fotos, vídeos e, por que não, contar com a colaboração dos leitores para enviar material gravado durante as apresentações.
Sob a maestria de Rosana Lanzelotte, e gerenciamento da minha amiga e parceira de longa data, Celina, estamos substituindo o tímido site antigo, que apenas mostrava uma tabela de eventos, por um website de verdade, feito em wordpress, cujo tema pixeled foi bastante modificado para se adequar ao projeto.
Site instalado no Dreamhost, vídeos puxados do youtube por meio de plugins. Futuramente vamos implantar o Google Calendar para registrar os eventos.
Os resultados das métricas são espantosos, desde a inauguração do website em wordpress. Vejam o gráfico abaixo. Cliquem na imagem para ampliar.
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blogfolio – eduardo frick


