O site que eu quero te vender deveria ser o site que você gostaria de ter. Se houvesse tempo para termos longas conversas, disponibilidade para aprender novas concepções de marketing, ferramentas de produção de mídia, ações em redes sociais e, principalmente, intenção em informar além de vender produtos e serviços. Leia Mais »
Tópico: ‘Tecnologia’
O site que eu quero te vender é o site que você quer comprar?
Tópicos: 2010, Clientes, eu quero um site, métricas, problemas, provedores, Redes Sociais, Tecnologia, Web Mastering, web standards
Publicados em Casos, Clientes, Tecnologia, Web Mastering | Comentários (2)
Fotos Panorâmicas, ou melhor, Gigapans!
Logo que o Obama (o Barack, não o Bin Laden) foi eleito, uma nova tecnologia que permite a montagem de inúmeras fotografias em uma só imagem panorâmica, aliada a uma nova rede social – www.gigapan.org – começou a fazer muito sucesso. A foto panorâmica do discurso da posse do presidente já foi vista por 11 milhões de internautas. Leia Mais »
Tópicos: 2009, fim de jogo, fotografia, gigapans, publicidade, Redes Sociais, Tecnologia
Publicados em Redes Sociais, Tecnologia, Web 2.0, multimidia | Comentários (0)
Video conferência pela internet. Funciona?
O sucesso das reuniões que utilizam a internet como canal de comunicação (webinar, webmeeting, videoconferência ou videochat – o nome técnico muda mas a essência é a mesma) invariavelmente depende 1) da qualidade das conexões de internet de seus participantes. 2) de um mínimo de tecnologia.
Aqui no Brasil, são raros os serviços de banda larga que cumprem o que prometem, e as redes corporativas ou prediais costumam ratear uma conexão de banda larga entre inúmeros computadores. Já vi casos em que o desempenho de uma “banda larga” era inferior à uma conexão por linha discada.
Ainda não é costume brasileiro usar webcams e headsets para conversar no computador. Poucos têm o equipamento completo, configurado e funcionando. O skype muitas vezes enguiça por causa de microfonias geradas por volume muito alto ou microfones colocados próximos às saídas de som. Na hora da reunião é sempre aquela correria: pega o fone de ouvido lá no quarto! cadê a webcam? como assim emprestou pro vizinho??? ih o microfone deu mau contato!
Um teste que deve ser feito por todos os participantes, antes das reuniões, está em http://www.speedtest.net/ . Uma sala de videochat com 3 vídeos simultâneos e um canal de áudio demanda uma boa taxa de transmissão de dados:
Taxas de download abaixo de 500Kb/s, ou 0,5Mb/s podem não ser suficientes, principalmente se a conexão estiver instável.
Taxas de upload acima de 200Kb/s ou 0,2Mb/s são recomendadas.
Para vocês terem uma idéia, meu teste atual no Speedtest.net deu 4.66 Mb/s de download e 0.58Mb/s de upload. Meu contrato é de 6Mb de download e 1Mb/s de upload.
Outras soluções que realmente funcionam utilizam hardware proprietário (micros especiais, modems, telões, etc), várias linhas ISDN ligadas em paralelo para a transmissão… e custam uma fortuna.
O Skype e outros programas gratuitos, como o MSN e o Gtalk, só permitem a conexão com video E áudio apenas entre 2 pessoas, e olhe lá. Mesmo para reuniões sem o uso de webcams, o áudio do skype nem sempre funciona.
O camfrog é diferente porque o cliente paga para hospedar uma “sala virtual” em um servidor otimizado para este tipo de aplicação. O custo mínimo desta hospedagem é R$35 mensais ou R$252 anuais para até 400 participantes simultâneos (http://www.frogfriendshosting.com).
Há um programa gratuito em que os participantes conversam por áudio e texto, e cada um vê até 3 vídeos simultâneos de outros participantes. A versão paga (R$80 cada licença) do mesmo programa permite até 100 vídeos simultâneos, entre outras vantagens. http://www.frogfriendsbrasil.com/?op=pro A SBEM Nacional comprou 7 e levou 10 licenças depois que eu chorei um desconto.
A SBEM está satisfeita com o camfrog. A dinâmica das reuniões, por causa das limitações do ambiente e das ferramentas disponíveis no software, é diferente de uma reunião tradicional. Alguns dos convidados não conseguem falar ou ouvir por não estarem com equipamento ajustado ou por intermitências na conexão com a internet.
Existem outras alternativas, como a versão gratuita do Dimdim – http://webmeeting.dimdim.com/ que têm ferramentas específicas para apresentações e demonstrações e agregam até 20 usuários em cada reunião online. Já usei o dimdim em muitas reuniões.
O twitcam também é uma ferramenta gratuita e genial para broadcast. Qualquer pessoa com uma taxa de upload maior que 16Kbps, um microfone e uma webcam agora pode fazer o seu próprio telejornal ao vivo. O twitter serve como canal de comunicação entre quem está transmitindo o vídeo e os telespectadores que querem participar com perguntas e observações.
Tópicos: 2009, broadcasting, camfrog, dimdim, Redes Sociais, skype, Tecnologia, twitcam, twitter, video conferência, webmeeting, webminar
Publicados em Clientes, Tecnologia, multimidia | Comentários (0)
Eu quero um site (parte 2)
Olá, fulana
Será um prazer ajudá-la a montar o seu website.
Meus sites têm, de fato, propostas e layouts bem diferentes um do outro, essa é uma das vantagens da minha profissão: a diversidade – aparecem clientes com fábricas artesanais de chocolate (do Helio – www.chocomundo.com.br), acompanhamento de jogos no maracanã (fimdejogo.com.br), designers de jóias (www.brunoguidi.com.br), sociedades médicas (www.endocrino.org.br) e assim por diante. Cada projeto me ensina muito. Leia Mais »
Tópicos: 2009, Clientes, eu quero um site, flash, orçamentos, sites, Tecnologia, web standards, websites
Publicados em Clientes, Tecnologia, Web Design | Comentários (0)
Eu quero um site, você faz para mim?
Sim,… quer dizer, não… ahn… sim e não. Eu faço o site, mas não sou eu quem faço TODO o site. Para que vocês entendam como eu trabalho:
Um website nada mais é que um conjunto de páginas com textos, fotos, desenhos, mapas, vídeos e áudios e alguns formulários para o leitor preencher. Portanto, a equipe envolvida tem que dividir as tarefas e criar, publicar e atualizar todo esse material. Uma equipe básica se compõe de: Leia Mais »
Tópicos: 2009, acessibilidade, Clientes, eu quero um site, Redes Sociais, Tecnologia, Web Mastering, web standards, youtube
Publicados em Clientes, Web Mastering | Comentários (3)
Com que roupa eu vou?
Copiei o título do famoso samba porque é a música que sempre me vem à cabeça quando os clientes me perguntam “que sistema vamos usar no nosso uebesaite?”. Leia Mais »
Tópicos: 2009, Clientes, Django, joomla, problemas, provedores, Python, Tecnologia, wordpress
Publicados em Tecnologia | Comentários (1)
Plugins que deixam seu site na moda
Nos últimos meses, aumentou bastante minha preferência pelo Wordpress. Creio eu que os problemas com invasões foram resolvidos. Dentre as dezenas de soluções de CMS existentes no mercado, o WP está se destacando por causa de sua enorme biblioteca de temas e assessórios. A última versão, a 2.8, colocou a instalação desses temas e acessórios ao alcance de um clique. Agora, mesmo aquelas pessoas que têm arrepios quando ouvem falar em FTP podem alterar o layout e adicionar ferramentas interessantes em seus sites. Leia Mais »
Tópicos: 2009, mapas, open source, plugins, Redes Sociais, SEO, slideshow, tagcloud, tags, Tecnologia, twitter, wordpress, youtube
Publicados em Open Source, Redes Sociais, SEO, Tecnologia, Web Mastering | Comentários (2)
Integrando Google Calendar e Wordpress
Fiz ontem a transferência do MX do site musicanasigrejas.com.br para o Gmail. Com isso, o MIG agora passa a poder usar as mil ferramentas do Google Apps, entre elas Google Docs, Google Maps e Google Calendar. Leia Mais »
Tópicos: 2009, acessibilidade, google apps, google calendar, google maps, música nas igrejas, SEO, Tecnologia, wordpress
Publicados em Clientes, Open Source, Tecnologia, Web Mastering | Comentários (0)
Quem tem medo de internet?
Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau
Quem tem medo do lobo mau, trá-lalála-lá-lá!
Essa música dos três porquinhos zombando do lobo, no disquinho colorido da minha infância, não me sai da memória. Sempre que eu vejo alguém com medo de alguma coisa boba como o mané lobo mau que termina com o rabo queimado, o tralalá me volta à cabeça.
Eu conheço gente que tem medo de internet. Pior. Tenho CLIENTES que têm medo de internet. Isso não seria nada demais se eu não fosse um webmaster. Minha falecida e querida tia Thê tinha medo da internet, mas ela nunca jamais pensou em ter um site para se promover.
Vamos ao “case”. Um cliente (sem nomes para evitar constrangimentos) que há vários anos mantém um site comigo, esporadicamente, quando a secretária insiste muito, me envia algum material para atualizar o site.
primeiro ponto estranho: a secretária precisa empurrar o patrão para atualizar o site?
Na maioria das vezes o serviço consta em atualizar o texto de uma página e replicar galerias feitas com um javascript plugin do dreamweaver, aplicando novas fotos. Esse site foi feito há vários anos, numa época em que as redes sociais ainda engatinhavam. Flickr ainda nem existia. Esse trabalho de atualizar fotos na galeria em javascript é enfadonho e complicado, impossível de ser delegado a um não-nerd.
Gastei a ponta dos dedos de tanto escrever para esse cliente, explicando que, por um custo próximo ao orçamento para atualizar as fotos, eu faria um site inteiro novo para ele, usando plataforma (wordpress) muito mais moderna e vantajosa, e que a partir daí ele mesmo poderia alimentar o site a cada novo trabalho, e assim o Google indexaria melhor o site e ele teria um retorno maior, enfim, o site deixaria de ser a tela de fundo dos monitores da empresa dele para ganhar o mundo e agir como um site comercial deve: captando clientes.
Proposta irrecusável, não acham?
segundo ponto estranho: a proposta foi recusada: o cliente não encara o site como um investimento que deva dar retorno. Muita gente boa considera investimentos em publicidade como “despesa”. Não concordo mas, fazer o que, aceito.
Recentemente chegou outra solicitação de inserção de fotos em galerias do site. Faz parte do meu trabalho, às vezes, contestar as solicitações dos clientes e sugerir alternativas que a minha experiência e/ou meu conhecimento técnico dizem ser melhores opções. Nesse caso específico, recomendei abrir uma conta no Flickr e lá postar as fotos, dividindo-as em coleções assim como é feito dentro da galeria interna do site dele. Desta forma as fotos teriam uma visibilidade muito maior e a marca dela iria se popularizar proporcionalmente.
terceiro ponto estranho: novamente a proposta foi vetada: “não precisamos de mais visibilidade. Faça seu orçamento para publicar as fotos dentro do nosso site, como sempre fizemos”
Meu orçamento foi X para publicar as fotos no site ou X/2 para publicar as fotos no Flickr.
Não obtive mais resposta. Acho que o cliente desistiu de publicar qualquer foto. Com essa mentalidade, estranho até o fato dele insistir em manter um site e gastar dinheiro com hospedagem.
Esse é um caso extremo. De uma pessoa que, provavelmente, se achou obrigada a ter um site porque “todos os outros têm”, mas por razões diversas e inexplicáveis, prefere não usufruir das vantagens de ter um site.
Mas existem casos mais leves onde o cliente resolve investir em um site, animado com a promoção que a sua empresa terá, mas nem sabe que existem os métodos de medição da eficiência do site – as famosas métricas, que não só nos dizem se a visitação vai bem ou mal, mas também indicam quais as preferências dos leitores, suas características geográficas, técnicas e toda uma gama de informações que podem guiar futuras alterações no site para torná-lo mais eficiente.
quarto e último ponto estranho: São raríssimos os donos de sites que se preocupam com retorno de seus investimentos, o que os entendidos chamam de ROI.
Existem, na verdade, outros que pensam de forma absolutamente (ou perversamente) inversa. Mas isso é assunto pra outro artigo. Já falei demais por hoje.
Tópicos: 2009, Clientes, flickr, fotos, javascript, métricas, problemas, serviços, Tecnologia, wordpress
Publicados em Clientes, Redes Sociais, SEO, Web Mastering | Comentários (1)
Lonewolf CMS Open Source Project
Há tempos o Andrews vem insistindo comigo que devemos adotar um sistema de gerenciamento de versões, um treco que meus neurônios até agora se recusaram a querer aprender, mas não tem jeito. A tecnologia corre e nós nos arrastamos atrás dela.
Resolvemos usar o Mercurial e um host gratuito do Bitbucket. O bitbucket libera um espação gratuitamente para projetos open source.
E porque não transformar o nosso CMS em open source?
Assim foi feito. O CMS desenvolvido pelo Andrews e aplicado em diversos clientes agora se chama “Lonewolf” e está catalogado como um projeto de código aberto. No entusiasmo da idéia criamos a logomarca do projeto.

Tópicos: 2009, bitbucket, cms, Django, mercurial, open source, Tecnologia
Publicados em Open Source, Tecnologia | Comentários (0)
blogfolio – eduardo frick
